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Ao ler estas quatro conferências proferidas por Rudolf Steiner, somos transportados para regiões da consciência onde a alma encontra fluida conexão entre matéria e espírito.
A FESTA DE PÁSCOA - parte integrante da história dos mistérios da humanidade - Rudolf Steiner
SKU: 9786585989091
| Editora: | Antroposófica |
R$ 61,60
Ao ler estas quatro conferências proferidas por Rudolf Steiner, somos transportados para regiões da consciência onde a alma encontra fluida conexão entre matéria e espírito.
GA 233 a
1ª edição 2025
93 páginas
Tradução: Marco Antônio Clímaco
A festividade da Páscoa tem sua origem nos remotos mistérios da antiguidade e traz consigo, mesmo nos dias atuais, os estímulos para iniciações solares.
Ao ler estas quatro conferências proferidas por Rudolf Steiner, somos transportados para regiões da consciência onde a alma encontra fluida conexão entre matéria e espírito. Por meio dessa conexão é possível alargar a compreensão de que a morte na matéria terrestre é, de fato, uma ponte para se ressurgir cosmicamente no espírito.
“O pensamento da Páscoa deve ser compreendido novamente. E ele só pode ser compreendido quando se olha para os antigos mistérios, que, a princípio, faziam o ser humano notar como ele é quando olha para dentro de si mesmo. [...] Os próprios mistérios regrediram quando o livre desenvolvimento humano começou a se expandir. Agora é chegado o momento em que os mistérios devem ser reencontrados.” (R.S.)
1ª edição 2025
93 páginas
Tradução: Marco Antônio Clímaco
A festividade da Páscoa tem sua origem nos remotos mistérios da antiguidade e traz consigo, mesmo nos dias atuais, os estímulos para iniciações solares.
Ao ler estas quatro conferências proferidas por Rudolf Steiner, somos transportados para regiões da consciência onde a alma encontra fluida conexão entre matéria e espírito. Por meio dessa conexão é possível alargar a compreensão de que a morte na matéria terrestre é, de fato, uma ponte para se ressurgir cosmicamente no espírito.
“O pensamento da Páscoa deve ser compreendido novamente. E ele só pode ser compreendido quando se olha para os antigos mistérios, que, a princípio, faziam o ser humano notar como ele é quando olha para dentro de si mesmo. [...] Os próprios mistérios regrediram quando o livre desenvolvimento humano começou a se expandir. Agora é chegado o momento em que os mistérios devem ser reencontrados.” (R.S.)
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